Frete grátis em compras acima de R$200Aproveite

Saúde íntima · sem tabu

Tratamentos para incontinência urinária: retome sua confiança

Existem soluções para cada tipo de incontinência — e quase sempre começam com medidas simples. Baixe nosso guia gratuito e descubra o caminho para o seu bem-estar.

Mulher com as mãos sobre o abdômen, ilustrando cuidado com a saúde íntima
Você não está só

A incontinência urinária tem tratamento

Ela atinge homens e mulheres em diferentes fases da vida — gravidez, pós-parto, menopausa, envelhecimento. O silêncio é o que mais atrapalha. O primeiro passo é entender que existe uma solução para o seu caso.

Conheça seu tipo

Os 3 tipos principais de incontinência

Cada tipo pede uma abordagem diferente. Identificá-lo é o primeiro passo do tratamento.

Incontinência de esforço

Pequenos escapes ao tossir, espirrar, rir ou fazer atividade física. Primeira linha de tratamento: fortalecer o assoalho pélvico com exercícios supervisionados.

Incontinência de urgência

Necessidade súbita e intensa de urinar, difícil de controlar. O manejo combina treinamento da bexiga, mudanças de hábito e, se necessário, terapia hormonal ou medicamentos.

Incontinência mista

Combinação de esforço e urgência. O tratamento parte das medidas não invasivas — Kegel, dieta e atividade física — e evolui conforme a resposta de cada pessoa.

Quando procurar ajuda

Sinais que merecem atenção

Se algum destes sinais faz parte da sua rotina, vale conversar com um especialista.

Escapes ao se esforçar

Perda de urina ao tossir, rir, espirrar ou levantar peso.

Vontade súbita e intensa

Sensação repentina de urgência, sem tempo de chegar ao banheiro.

Idas frequentes ao banheiro

Frequência urinária maior que o habitual, inclusive à noite.

Gotejamento contínuo

Pequenas perdas frequentes que marcam a roupa íntima.

Exercícios e fisioterapia

Fortaleça o assoalho pélvico com Kegel

A fisioterapia do assoalho pélvico é um dos tratamentos mais recomendados — e funciona. Os exercícios de Kegel contraem, sustentam e relaxam a musculatura que sustenta a bexiga, reduzindo escapes no dia a dia.

  • ✓ Reduz perdas urinárias ao tossir, rir ou se exercitar
  • ✓ Facilita o trabalho de parto e a recuperação pós-parto
  • ✓ Pode ser feito em casa, em sessões curtas
Baixe O Guia Grátis
Mulher praticando exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico em casa
Mudanças no dia a dia

5 hábitos que fazem diferença

Ajustes simples na rotina complementam qualquer tratamento — e costumam funcionar muito bem.

Receba o guia passo a passo
  1. 01

    Cuide do seu peso

    Em sobrepeso, a perda de peso é a terapia de primeira linha — reduz a pressão sobre a bexiga.

  2. 02

    Hidrate-se com equilíbrio

    Beba o suficiente para a sede; evite excessos de cafeína e bebidas gaseificadas.

  3. 03

    Coma mais fibras

    Frutas, verduras e fibras evitam a constipação, que sobrecarrega o assoalho pélvico.

  4. 04

    Mexa-se todos os dias

    Atividade física constante de baixo impacto melhora o tônus e a saúde da bexiga.

  5. 05

    Treine sua bexiga

    Vá ao banheiro em horários programados e pratique exercícios de Kegel diariamente.

A escala do tratamento

Do mais simples ao mais especializado

A recomendação médica é sempre começar pelo menos invasivo e intensificar conforme a necessidade.

NÍVEL 01

Hábitos e fisioterapia

Mudanças no estilo de vida, exercícios de Kegel e fisioterapia pélvica. É sempre o ponto de partida.

NÍVEL 02

Tratamento medicamentoso

Quando as medidas conservadoras não bastam, o médico avalia fármacos como anticolinérgicos ou agonistas beta-3.

NÍVEL 03

Procedimentos e cirurgia

Em casos persistentes, opções como laser, estimulação nervosa ou cirurgias minimamente invasivas podem ser indicadas.

Depois da gravidez

Pós-parto: uma fase de cuidado especial

Mudanças hormonais, aumento da pressão abdominal e o dano à musculatura podem trazer escapes nesta fase.

6 sem.

O tecido muscular costuma voltar ao lugar em até 6 semanas. Se isso não acontece, é hora de buscar ajuda especializada.

  • Reabilitação do assoalho pélvico com exercícios guiados
  • Retomada gradual da atividade física
  • Avaliação ginecológica e, se indicado, terapias específicas
Baixe O Guia Grátis
Mãe amamentando bebê no pós-parto

Baixe O Guia Grátis

Um material completo, baseado em evidências científicas, com exercícios de Kegel, hábitos diários e orientações para fortalecer seu assoalho pélvico em casa.

  • Rotina de exercícios em 8 a 12 semanas
  • Sinais de alerta e quando buscar ajuda
  • Dicas para gestação, pós-parto e menopausa
  • 100% gratuito, em PDF · sem spam

Receba seu guia agora

Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas

Respostas curtas e claras para começar com o pé direito.

Sim. Existem soluções eficazes para todos os tipos de incontinência. O ponto de partida é sempre uma avaliação personalizada — o tratamento se adapta à sua necessidade.
Quase sempre pela terapia conservadora: exercícios de Kegel, mudanças de hábitos, controle de peso e ajustes na ingestão de líquidos. São medidas simples, eficazes e com baixíssimo risco.
Sim. Eles fortalecem a musculatura que sustenta a bexiga e o útero, reduzindo escapes. Devem ser feitos com constância — contrair, sustentar e relaxar, em séries diárias.
Se você apresenta perdas involuntárias, vai ao banheiro com muita frequência, sente urgência incontrolável ou gotejamento que mancha a roupa, é hora de uma avaliação especializada.
É frequente, especialmente na primeira gestação, mas não deve ser ignorada. A reabilitação do assoalho pélvico, o laser ginecológico e mudanças de estilo de vida costumam restaurar o controle.